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Teraví foca em personalização de intercâmbios para seu real objetivo

A Teraví, além de entregar roteiros de viagens educacionais personalizados focados no público jovem, quer promover mais empatia e educação de qualidade aos brasileiros

A vontade de fazer um intercâmbio é o sonho de muita gente. Conhecer, estudar ou até mesmo trabalhar em outro país pode ser um diferencial que turbina o currículo de qualquer pessoa. Mas, e se o seu intercâmbio for totalmente personalizado para o seu real objetivo, trazendo muito mais aproveitamento? É o objetivo da Teraví, uma empresa de educação internacional criativa e engajada.

De acordo com a Associação das Agências de Intercâmbio, o mercado de educação internacional cresceu 23% no país e mais de 300 mil estudantes brasileiros fizeram esse tipo de viagem até o início de 2018. A expectativa é que o número de intercambistas tenha aumentado ainda mais durante o último ano.

Para a CEO da Teraví, Pamela Piazentin, embarcar em um intercâmbio é um desafio. “Sair da zona de conforto e ter a coragem de desbravar um mundo novo não é fácil. É olhar para um horizonte tão vasto quanto desconhecido e sentir o frio na barriga de não saber ao certo onde vai se chegar. É enfrentar um oceano de possibilidades e apostar todas as fichas em um sonho”, diz.

A empresa planeja o perfil de cada estudante e faz uma curadoria de cursos no exterior que mais se encaixam com elas.

Pamela conta que entrega projetos de educação internacional personalizados. “Por exemplo, a pessoa acabou de sair do ensino médio ou faculdade e quer fazer algo de diferente, nós montamos um perfil individual de cada um e as encaixamos nas oportunidades que existem”, explica.

A Teraví planeja cursos para adolescentes saindo do ensino médio, até um intercâmbio de empreendedorismo para adultos maduros que buscam uma renovação ou especialização de seus negócios. E, para quem quer aprender, mas ao mesmo tempo descansar e passear, há o programa de “Gap Year” (ano sabático) que une os dois objetivos. Pamela comenta que o público-alvo que mais procura a empresa são os jovens, recém-formados e executivos.

 

“Eu queria muito construir uma empresa que tivesse como negócio principal a troca de cultura e de visões de mundo, porque é nesta troca que começamos a derrubar as barreiras do preconceito e a pensar na construção de um mundo melhor. Mas eu também queria que esse negócio gerasse um aprendizado formal, que ele também sanasse uma necessidade latente da gente aqui do Brasil: a educação”, finaliza.

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Gabriel Lucas

Olá, sou o Gabriel Lucas (@oarapuka), tenho 22 anos, tão eclético quanto a esse site, falo sobre um pouco de tudo. Vamos ser amigos? Me chama em qualquer canto usando o @oarapuka 😀
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